segunda-feira, 10 de março de 2014

O PENSAMENTO DE GEORGE ORWELL(1903-1950)


"A LINGUAGEM POLÍTICA DESTINA-SE A FAZER COM QUE A MENTIRA SOE COMO VERDADE"

ANTONIO CONSELHEIRO - NA VOZ DE FAGNER


OS PADRINHOS DE BATISMO DE ANTÔNIO CONSELHEIRO

ANTÔNIO CONSELHEIRO, O AFILHADO DE MARICA LESSA

O conceito social que desfrutava o pai de Antônio Conselheiro em Quixeramobim é demonstrado na escolha dos padrinhos dele, embora no curso de suas vidas tenham eles se envolvido em graves enredos. O capitão Gonçalo Nunes Leitão, padrinho, latifundiário e fazendeiro de  avultada fortuna, por longos anos homiziou a Joaquina Maria da Conceição, condenada à forca pelo júri de Quixeramobim em 09.04.1856, acusada de mandar assassinar o marido, o rico fazendeiro português José de Azevedo, pelo amante e escravo Francisco, conhecido por Fuisset, enforcado no Alto do Rosário, em Quixeramobim, no dia 30.03.1837
A madrinha, Maria Francisca de Paula Lessa, a Marica Lessa, jovem à época do batismo, era trineta materna do português,  sesmeiro e colonizador Luciano Dias Cardoso de Vargas, pois filha da bisneta Francisca Maria de Paula e do capitão-mór José de Paula dos Santos Lessa,  Antônia Geracina Izabel de Mesquita, estes, pais de Francisca Maria Carolina casa com Francisco de Paula Pessoa, o celebrado Senador Paula Pessoa, troncos desta família. Documentalmente, portanto, Antônio Conselheiro tinha liames  consanguíneos com todas estas linhagens. Marica Lessa  foi celebrizada no romance de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço, por tristes razões.