ARTESANATO
Diversas tipologias podem ser
encontradas em diferentes pontos de Fortaleza e das praias
Entre uma praia e outra, o visitante se encanta com o rico artesanato
local. A intercessão do refinamento europeu dos colonizadores (principalmente
portugueses, franceses e holandeses) com a aptidão para o trabalho manual
indígena e o simbolismo dos adornos africanos deu origem a diversas tipologias
encontradas em qualquer lugar do Ceará.
São rendas de bilro; labirintos; redes; cestaria de palhas de carnaúba, bambu e cipó; cerâmicas; objetos e estátuas entalhadas em madeira e artigos de couro.
As diferentes influências culturais, a vida difícil do sertanejo e dos pescadores e a sociedade patriarcal e cristã resultaram tradições de produção do artesanato que valem a pena conhecer. Por exemplo, em qualquer ponto de venda é possível encontrar rendeiras ensinado filhas e netas, geralmente usando espinhos de mandacaru como agulhas.
Embora muitas mulheres também o façam, é mais comum encontrar homens na confecção de utensílios domésticos, brinquedos, estátuas religiosas e decorativas feitas de madeira e barro.
Além disso, a cultivo de algodão e a criação de gado influenciaram fortemente para o surgimento de um dos maiores polos têxteis e calçadistas do Brasil. Uma rua inteira em Fortaleza é dedicada a este tipo de comércio, a Monsenhor Tabosa, que recebe em média 12 mil visitantes por dia, segundo a Associação dos Lojistas da Monsenhor Tabosa (Almont).
São rendas de bilro; labirintos; redes; cestaria de palhas de carnaúba, bambu e cipó; cerâmicas; objetos e estátuas entalhadas em madeira e artigos de couro.
As diferentes influências culturais, a vida difícil do sertanejo e dos pescadores e a sociedade patriarcal e cristã resultaram tradições de produção do artesanato que valem a pena conhecer. Por exemplo, em qualquer ponto de venda é possível encontrar rendeiras ensinado filhas e netas, geralmente usando espinhos de mandacaru como agulhas.
Embora muitas mulheres também o façam, é mais comum encontrar homens na confecção de utensílios domésticos, brinquedos, estátuas religiosas e decorativas feitas de madeira e barro.
Além disso, a cultivo de algodão e a criação de gado influenciaram fortemente para o surgimento de um dos maiores polos têxteis e calçadistas do Brasil. Uma rua inteira em Fortaleza é dedicada a este tipo de comércio, a Monsenhor Tabosa, que recebe em média 12 mil visitantes por dia, segundo a Associação dos Lojistas da Monsenhor Tabosa (Almont).

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